Um homem totalmente medíocre é abordado aleatoriamente na rua e torna-se celebridade. Sem nenhuma razão ele é entrevistado em um talkshow e responde perguntas tolas sobre suas rotinas. Torna-se assediado por fotógrafos, perguntam com qual mão ele passa no cabelo e outras perguntas idiotas que muitas vezes os jornalistas fazem as celebridades ou porque elas não tem sobre o que discursar ou para tirar um sarro mesmo.
Um funerário italiano canta música clássica italiana desde sempre no banheiro. Até que o ex-diretor musical de música clássica e visita sua casa ouvindo-o cantar no chuveiro. Ele tem talento e após muita insistência aceita se apresentar em uma audição, mas ele vai mal porque falta o elemento X; o chuveiro. E naqueles momentos em que você se pergunta, "diz que o diretor não teve a mesma ideia que eu. Pois ele teve e levou o chuveiro com o box junto para o centro do palco d apresentações clássicas e assim realizou o sonho do ex-funerário de cantar Pagiacci no chuveiro.
Tente não morrer de rir quando estiver assistindo Para Roma com amor. E olha que essas são apenas duas das narrativas do último filme dele. Além de dirigir, Woody Allen também atua [mais uma vez seu alter-ego]. Com diálogos divertídissimos, paisagens incríveis e narrativas leves esse novo filme veio muito menos complexo do que o Meia-noite em Paris em que você precisa conhecer mais de uma dúzia de intelectuais e suas obras para seguir no bonde do protagonista.
Eu só digo uma coisa, Woody Allen é um sortudo de ser um idiota e mesmo assim não perder o status de genial. Qualquer um poderia ter suas ideia loucas. Como ele é genial a gente sempre encontra sentido nelas, até onde não há.

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