quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Os empregos

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o cabide

Os empregos, um álbum no Flickr.

Série fotográfica inspirada na animação argentina "El empleo". Édipo de Queiroz e Natasha Santos produziram a série na tentativa de representar fotograficamente os processos de alienação sob os quais são submetidas as classes trabalhadoras. Uma tentativa de alcançar a grandiosidade expressiva dessa animação argentina que pode ser conferida no link: http://www.youtube.com/watch?v=cxUuU1jwMgM

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Hora de deixar as vendas laranjas para trás!






Uns dizem ver mudanças, eu também vejo algumas.
Não são suficientes
Eu também vejo  gente que foi laranja, recebeu o título com alegria nas eleições
Colocou a venda e ignorou a ironia da cor e substantivo-adjetivo que os nomeava
Há laranjas bem intencionadas, é verdade
Outras, sem saída. 
Elas dizem ver uma praça linda
Eu ainda não vejo a promessa da Central de Abastecimento de Capanema moderna cumprida
Não vejo a Jarbas Passarinho asfaltada
Não vejo principalmente o pólo industrial criado (Por favor não digam que a Votorantim tem a ver com esse mandato)
Eu vejo o salário em dia, a coleta regular do lixo, mas foi esse o prometido. É suficiente?
Vejam vocês ou fechem os olhos! 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ele não é Picasso, mas não tá mal não...

Ok. Ok. Ele não é Picasso. Não deixou uma obra tão espetacular quanto a dele. Ma$$, tá muito bem obrigado e conseguiu, em vida, fazer as pessoas compreenderem  e valorizarem sua obra. Eu, se pudesse, escolheria ser Picasso porque a obra dele é perene. Mas não ia achar nada mal ter a vida do Romero Britto. Acho que ele tá melhor do que quem escreve esse post e de quem o lê.

Em tempo: Romero Britto autorizou a publicação de um texto que o compara à Picasso.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

UM 2013 ESCROTO PRA VOCÊ E PRA MIM

Sim é isso mesmo. Espero que em 2013 você seja mais escroto, menos bundão. 
Diga NÃO quando a pessoa merecer, por mais legal que ela seja. Respeite os seus limites. Respeite você, para poder respeitar os outros. Olhe nos olhos de quem subestima sua inteligência e diga "Eu não sabia que era pra ser malandro, você quer tanto quanto você ou um pouco mais?", ensinou-me um amigo essa semana. Quando solicitado, avise "você quer mesmo a resposta? Acho que você não vai gostar". Pare de reclamar dos políticos falsos e patéticos. Vamos reinventar maneiras de mobilização e crítica que marginalizem eles, não nós.(Eu já tenho uma ideia pra tentar fazer isso e tenho pessoas que já toparam colaborar). Espero que você tenha outras, se possível. melhores que as minhas. Exija o que foi prometido e não cumprido. Cobre pelo que foi pago. Imponha-se quando você tiver razão, ninguém bem da cabeça faz o contrário. Assuma e erro e escute calado quando estiver errado. Se não puder fazer isso por inteligência, faça por estratégia. Não aceite a naturalização da injustiça. Isso o torna mesquinho e resignado. Não fique triste se as pessoas não fizerem o que você faria por elas por mero protocolo ou capricho. Faça. O universo vai devolver a cada um o merecido e colocar cada um no seu lugar. No próximo ano use o ditado "Eu também sou ser humano" pra cometer mais humanidades, não pra justificar erros bobos e crassos.
UM 2013 MAIS ESCROTO PORQUE EM TERRA DE BUNDÃO QUEM EXIGE JUSTIÇA É ESCROTO. 
Eu vou tentar e você?

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O sentimento de estar a salvo

"A sensação de estar isento de calamidades estimula o interesse em olhar fotos dolorosas, e olhar para elas sugere e reforça o sentimento de estar a salvo." Susan Sontag

domingo, 16 de setembro de 2012

Câmera na mochila, festival japa no meio do caminho e cliques

Fazendo o workshop de Nando Limai, um colega do curso me convidou pra ir no Festival de Cultura da Associação Nipo-brasileira. E me deparei com esses origamis que tentei captar parte da essência da cultura desse povo. Acredito muito que a forma está relacionada a forma. Origamis sintetizar a flexibilidade e sensibilidade do povo. Meu colega vestiu a roupa tradicional japonesa, Yukata, e me disse que é necessário andar devagar para não cair com este traje. Roupa sempre está relacionado à cultura do povo e mesmo sendo um traje não tão usado como antigamente ele nos dá pista de outro traço dos japoneses: a cautela.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Para Roma com amor


Um homem totalmente medíocre é abordado aleatoriamente na rua e torna-se celebridade. Sem nenhuma razão ele é entrevistado em um talkshow e responde perguntas tolas sobre suas rotinas. Torna-se assediado por fotógrafos, perguntam com qual mão ele passa no cabelo e outras perguntas idiotas que muitas vezes os jornalistas fazem as celebridades ou porque elas não tem sobre o que discursar ou para tirar um sarro mesmo.

Um funerário italiano canta música clássica italiana desde sempre no banheiro. Até que o ex-diretor musical de música clássica e visita sua casa ouvindo-o cantar no chuveiro. Ele tem talento e após muita insistência aceita se apresentar em uma audição, mas ele vai mal porque falta o elemento X; o chuveiro. E naqueles momentos em que você se pergunta, "diz que o diretor não teve a mesma ideia que eu. Pois ele teve e levou o chuveiro com o box junto para o centro do palco d apresentações clássicas e assim realizou o sonho do ex-funerário de cantar Pagiacci no chuveiro.

Tente não morrer de rir quando estiver assistindo Para Roma com amor. E olha que essas são apenas duas das narrativas do último filme dele. Além de dirigir, Woody Allen também atua [mais uma vez seu alter-ego]. Com diálogos divertídissimos, paisagens incríveis e narrativas leves esse novo filme veio muito menos complexo do que o Meia-noite em Paris em que você precisa conhecer mais de uma dúzia de intelectuais e suas obras para seguir no bonde do protagonista.

Eu só digo uma coisa, Woody Allen é um sortudo de ser um idiota e mesmo assim não perder o status de genial. Qualquer um poderia ter suas ideia loucas. Como ele é genial a gente sempre encontra sentido nelas, até onde não há.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Flashmob em praça espanhola

Uma orquestra da Espanha teve uma bela ideia  e transformou sua apresentação em um acontecimento atraindo muito mais pessoas do que se utilizasse de divulgação para apresentação em uma sala convencional. Confira no vídeo.